Samurais retornam para mais uma dose de
batalhas sangrentas em busca da liderança do Japão feudal
Nome:
Samurai Warriors 2
Fabricante:
Koei
Distribuidor:
Koei
Gênero:
Ação
Idioma: Inglês

Lançamento: 19 de setembro de 2006
Sistema de cor:
NTSC
Suporte: 1-2 jogadores,
cartão de memória
Faixa Etária: Inadequado para menores de 13 anos
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Depois do grande sucesso com a "Dynasty
Warriors" a Koei - mais precisamente o time Omega Force - tentou capitalizar
esse dividendo com outra série, desta vez focando na história feudal
japonesa. Apesar de ser um clone de "Dynasty", "Samurai Warriors" obteve
razoável sucesso e inspirou outros jogos, como "Devil Kings", que no
original japonês, de nome "Sengoku Basara", trazia personagens históricos do
país.
Agora, "Samurai Warriors 2" pretende se distanciar um pouco da origem. O
funcionamento básico deverá ser igual, isto é, o jogador, como um general de
um exército, lutará contra uma porção de inimigos ao mesmo tempo, tentando
cumprir objetivos específicos, ao mesmo tempo em que se preocupa com o seu
líder, cuja morte causa o fim do jogo.
O número de generais deve passar de 20, entre os herdados da primeira versão
e novos guerreiros. Um deles é Kotarô Fûma, um ninja que adora um combate.
Possui movimentos surpreendentes, como um que estica o braço para atacar.
Ele será arqui-rival de Hanzô Hattori, outro ninja famoso no Japão. Gincho
Tachibana também é estreante. Ela é mulher de outro grande guerreiro da era
feudal, Muneshige Tachibana. Sua arma é uma espada pouco usual, com o
formato de um raio. Os personagens mais conhecidos do antecessor também têm
presença garantida, como o protagonista Yukimura Sanada e Masamune Date,
além do onipresente Nobunaga Oda.
Os cenários ficarão mais claros, com muitos detalhes que imitam o dourado. E
as fases prometem ser mais variadas, com muitas subdivisões, como cidades,
áreas externas dos castelos e o próprio quartel dos personagens, onde
estarão os chefes do game. No total, haverá 50% mais de cenários do que o
antecessor.
O sistema de golpes deverá ser um pouco diferente, mas haverá combos e
ataques diversos. Um deles, Masamune, usa duas armas de fogo. Agora, os
generais poderão comprar itens e até mesmo um cavalo para ser usado nos
campos de batalha.
A produtora disse que tentou colocar muitos inimigos na mesma tela, mas isso
não se refletiu em diversão. Então preferiu trabalhar mais a inteligência
dos inimigos e nos golpes, mas, mesmo assim, haverá mais inimigos que no
antecessor.
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